sábado, 19 de janeiro de 2013

Guardas-chuva

Bem, no meio de tanto temporal que se tem sentido aqui no Porto, é impossível alguém sobreviver sem guarda-chuva. Quer dizer, eu sobrevivi uma manhã e jurei que nunca mais. 
No meio do desespero meteorológico, tive que arranjar um guarda-chuva à pressão. Ainda andei à procura daqueles homens que montam a barraca em qualquer lado nestes dias em que chove torrencialmente, mas nada, não vi nenhum. Lá tive que recorrer ao último recurso: ir à Parfois. E último recurso porque já sabia que, apesar de ter a certeza que ia comprar um guarda-chuva todo bonito e ao meu gosto, ao mesmo tempo ia comprar um monte de arames que se ia virar à primeira vez que o abrisse. E assim foi. Num dia, virou-se, no mínimo, vinte vezes. Ganhou vida própria e juro que me cansei só de o tentar controlar.
Acho mesmo que o melhor a fazer para combater este tempo é mesmo comprar um guarda-chuva de golfe. Para quem não sabe, é um guarda-chuva super resistente e, para além disso, tem o tamanho de um guarda-sol. Ideal para um dia como o de hoje, que acho que quando puser um pé lá fora, vou levantar voo!

6 comentários:

addle disse...

Cá em baixo estamos iguais, não dá para sair à rua.

Sonho de Algodão Doce disse...

Eu então tenho o dom de deixar guarda-chuvas espalhados por onde passo, um género de pegada ecológica...

Ana disse...

A minha mãe tem desses guarda-chuvas enormes e o dela também está farto de virar até que partiu...

Inês disse...

addle: Eu saí porque vim para cima. Juro que me desequilibrei com uma rabanada de vento!

Sonho de Algodão Doce: Eu não, até porque quase nunca uso. Só mesmo nestes dias horrorosos!

Ana: Com este temporal não é para menos!

Roger disse...

Em dias tão ventosos quase mais vale andar à chuva, porque os chapéus não aguentam muito :P

Mário disse...

E se e vez de guarda-chuva se usasse impermeável(casaco e calças). É que das vezes em que andei com ele acabei quase sempre com as pernas molhadas.